sexta-feira, 16 de julho de 2021

Segurança tradicional já não consegue conter ameaças em crescente adesão à nuvem

 A adoção crescente de arquiteturas nativas em nuvem, DevOps e metodologias ágeis tem tornado as técnicas tradicionais insuficientes para a segurança das aplicações. Para 63% dos Chief Information Security Officers (CISOs), o DevOps e o desenvolvimento Agile dificultaram a detecção e o gerenciamento de vulnerabilidades de programas. É o que aponta a pesquisa global da Dynatrace, que ouviu mais de 700 CISOs de empresas no Brasil, nos EUA, no Reino Unido, na França, na Alemanha, na Espanha e no México.

O motivo é o uso de ferramentas de segurança desatualizadas, que podem deixar pontos cegos e levar a atrasos operacionais ao forçar as equipes a fazerem a triagem manual de alertas — muitos deles falsos. Por isso, é importante que, mais do que nunca, as companhias adotem abordagem automatizada, contínua e em tempo real.

De acordo com o levantamento, 74% dos CISOs afirmam que os controles de segurança tradicionais, como scanners de vulnerabilidade, não se adaptam ao mundo nativo da nuvem atual. Além disso, 97% das organizações não têm visibilidade das vulnerabilidades em tempo real e 71% dos executivos admitem que não estão confiantes de que o código está livre de vulnerabilidades antes de entrar em produção.

magem: Reprodução/Elements/mstandret

Bernd Greifeneder, fundador e diretor de tecnologia da Dynatrace, diz que a pesquisa confirma o esperado: varreduras manuais de vulnerabilidade e avaliações de impacto não acompanham mais o ritmo das mudanças nos ambientes de nuvem dinâmicos e nos ciclos rápidos de inovação. “A avaliação de risco é quase impossível”, aponta. “Equipes já sobrecarregadas são forçadas a escolher entre velocidade e segurança, expondo suas organizações a riscos desnecessários.”

Em média, as organizações reagem a 2.169 novos alertas de vulnerabilidades de segurança de aplicações por mês. Para 77% dos CISOs, a maioria desses avisos não exige ação, já que não são exposições reais.

O volume alto, entretanto, torna difícil priorizar as vulnerabilidades com base no risco e no impacto. Entre os CISOs, 64% afirmam que os desenvolvedores nem sempre têm tempo de resolver as falhas antes que o código entre em produção, enquanto 28% dizem que as equipes às vezes contornam as varreduras de erros para acelerar a entrega do software.

                                                                                        FONTE:CANALTECH


quinta-feira, 15 de julho de 2021

Guia Completo do SPED - Fique em dia com as obrigações fiscais

 A transformação digital chegou provocando mudanças em rotinas que antes era bem consolidadas. E um dos setores afetados - positivamente - foi o da contabilidade.


A transformação digital chegou provocando mudanças em rotinas que antes era bem consolidadas. E um dos setores afetados — positivamente —  foi o da contabilidade. 

Fruto da contabilidade moderna, o SPED — Sistema Público de Escrituração Fiscal — surgiu com o objetivo de simplificar processos referentes à declaração fiscal.

No entanto, mesmo com a simplificação, alguns erros ainda são comuns na hora de enviar os arquivos SPED. Confira, a seguir, quais são os principais e, principalmente, como evitá-los.

1. Informar códigos errados

Informar códigos errados é um dos principais erros cometidos na hora de entregar o SPED Fiscal. Uma boa forma de evitar esse erro é, além de consultar a tabela de códigos —  como o CFOP, por exemplo — além de contar com a ajuda do seu contador. 

2. Preencher alíquotas erradas

De tempos em tempos, a NCM (Nomenclatura Comum do Mercosul) sofre alterações legais, fazendo com que os valores das alíquotas sejam alterados. Sendo assim, é muito comum que, ao elaborar o SPED, o valor das alíquotas sejam informados de maneira errada. Verificar se houve ou não atualização dessa base de dados é uma boa prática para evitar este tipo de erro.

3. Não conhecer a legislação

É dever da pessoa responsável pelo SPED conhecer a fundo a legislação tributária brasileira. Afinal, é muito comum haver alterações nas leis, que podem fazer com que o SPED também sofra alterações. Buscar saber sobre isenções, regras, tributações, etc., é fundamental.

4. Inconsistência na totalização de Notas Fiscais Eletrônica

No geral, este tipo de erro está relacionado à alimentação manual dos dados. Por isso, contar com uma gestão fiscal automatizada ajuda na mitigação deste tipo de problema. Além disso, é importante estar atento para saber se a Nota não está sendo declarada faltando nenhum dado importante. 

5. Não contar com um software de gestão fiscal

Como visto, boa parte dos erros apresentados são gerados a partir da falta de organização da informação. Com um software de gestão fiscal como o Arquivei, por exemplo, além de ter disponível todas as suas notas fiscais em um mesmo lugar, você pode confrontar o seu arquivo SPED antes do envio e ver se há alguma informação errada. Com a automatização dos processos, você substitui tarefas manuais, além de criar regras específicas que ajudam no dia a dia. 

O SPED é uma obrigação acessória que demanda muita atenção, devido à sua complexidade. Por isso, é muito importante contar com a ajuda de um profissional da contabilidade. Baixe nosso guia completo do SPED e fique em dia com o fisco!

                                                                           FONTE:PORTAL CONTABEIS