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terça-feira, 4 de maio de 2021

Os switches mudaram e vão mudar mais


Apesar de o cenário de pandemia mundial ter impactado vários setores da economia, algumas áreas ganharam ainda mais relevância no cenário atual. Com a necessidade do isolamento social, a tecnologia passou a ser uma ferramenta essencial para manter empresas funcionando, bem como manter as pessoas em contato com familiares e amigos em tempos de distanciamento social. Conectividade, internet, redes sem fio, que já eram temas importantes, passaram a ser vitais com a explosão, por exemplo, do setor de videoconferências. Apenas o Zoom, que é uma das principais plataformas de videochamadas, saltou de 10 milhões de usuários para mais de 300 milhões em abril do ano passado.


Já somos mais de 4,6 bilhões de pessoas conectadas à internet em todo o mundo (segundo dados de janeiro de 2021), seja para o trabalho, para o lazer ou para a educação. Com isso, o setor de infraestrutura de rede ganhou um papel vital no mundo moderno que se reflete também nos números. Na área de infraestrutura para internet, o crescimento do mercado de switches Ethernet (componente essencial para a conexão à web, tem tido forte crescimento quando o assunto é plataformas de alta velocidade. Segundo a consultoria IDC, as entregas de switches com portas 100 Gb em 2020 subiram 40%, em relação ao ano anterior, e modelos de switches de 25Gb/50Gb também apresentaram um forte crescimento, da ordem de 28,1% no mesmo período.

Evolução tecnológica

Com a evolução do Wi-Fi, os pontos de acesso exigem switches mais robustos e de maior velocidade. Haverá um crescimento iminente em termos de switches Ethernet de maior capacidade, impulsionados também pela forte expansão da Internet das Coisas (IoT). Dados da consultoria Statista apontam que o número de dispositivos de IoT deve triplicar de 2020 para 2030, atingindo 25,4 bilhões de equipamentos em todo o mundo.

Para atender a essa demanda crescente por conectividade, será cada vez mais intenso o uso de switches multigigabit.Essa tecnologia faz com que os switches Ethernet trabalhem com portas que operam em velocidades acima de 1Gbps. Essa versatilidade permite atender às altas velocidades que a rede precisa alcançar para conectar access points da nova geração Wi-Fi 6, além de possibilitar a conexão com a próxima geração de conectividade proporcionada pelo Wi-Fi 6E.

O IEEE (Institute of Electrical and Electronic Engineer) tem desenvolvido o padrão para Ethernet de 200 e 400 Gbit/s, enquanto a Ethernet Alliance espera que as velocidades de 800 Gbit/s e 1,6 Tbit/s se tornem padrão provavelmente entre 2023 e 2025. Isso pode parecer um exagero, mas vale lembrar que já temos switches trabalhando com interfaces de 100 Gbit/s. Assim é uma evolução natural atingirmos esses novos patamares, e é sempre importante pensar na proteção do investimento para o futuro.

A tecnologia de inteligência artificial (IA) já desempenha um papel essencial no gerenciamento desses equipamentos de rede.  Ferramentas oferecidas por grandes players do mercado fornecem soluções de inteligência artificial, permitindo que organizações com redes complexas melhorem de forma proativa a experiência de usuário. Essas ferramentas mesclam machine learning e computação na nuvem para acelerar a resolução de problemas, fornecendo visibilidade abrangente da rede e identificando automaticamente questões que afetam o serviço. Mas para que a IA trabalhe de forma eficiente, toda a rede precisa ser monitorada em back-end por analytics. Aqui entramos no conceito de big data, pois o grande volume de informação que circula nas redes de alto desempenho precisa ser analisado.

O que levar em conta na hora da aquisição

O que o departamento de TI de uma empresa deve questionar antes de adquirir novos switches? Há vários aspectos a serem considerados e um verdadeiro “check list” a ser feito na hora da escolha. Partindo do ponto de que o switch funciona como o coração da rede, concentrando todo o tráfego de vários dispositivos, é importante considerar:

●A trajetória e a história de inovação da marca selecionada.

●Custo total de propriedade (TCO), não só o custo de aquisição, mas quanto a empresa vai gastar na operação e manutenção, que incluem aspectos importantes como o consumo de energia, o custo de contratos de suporte, os termos da garantia padrão e a facilidade de gerenciar e configurar os switches.

●Custo de atualização – Se no futuro a empresa precisar de capacidade ou recursos adicionais, quanto custará? Ele oferece possibilidade de crescimento e suporta aumento na largura de banda do tráfego nos próximos anos?

●Gerenciamento – Se forem necessários diferentes modelos de switch, todos serão gerenciados da mesma maneira, terão o mesmo sistema operacional e a mesma interface de linha de comando? Quais são as opções de gerenciamento de rede dos switches?

●Existe uma solução de análise de dados (analytics) para reunir análise inteligente de tráfego e integridade da rede?

●Preço-desempenho – O switch opera com oversubscription ou é non-blocking (ou seja, todas as portas funcionam na velocidade máxima simultaneamente sem impacto no desempenho)?

●É compatível com Wi-Fi 6 com suporte a portas multigigabit?

●Alimentação PoE – Quantas portas podem ter PoE ativa simultaneamente e qual o nível de potência?

Respondendo essas questões antes da aquisição do equipamento é possível proteger o investimento e evitar a necessidade de atualizações complexas. Uma solução de ponta prioriza a flexibilidade e permite migrações em fases, com as novas gerações de equipamentos sempre interoperando com as gerações
 anteriores.
                                                                                  FONTE:CONVERGENCIA DIGITAL

quinta-feira, 1 de agosto de 2019

Melhorando o alinhamento da TI com Negócios


O ambiente das organizações, interno ou externo, tem uma forte influência no alinhamento da tecnologia da informação (TI) com os negócios, área ligada à estratégia organizacional.


Não existe uma definição única e universalmente aceita para estratégia. Segundo Mintzberg e Quinn (2001), inicialmente deu-se ênfase especial ao uso militar do termo estratégia, originada das mais antigas literaturas do mundo.

 Strategos referia-se ao papel de um general no comando de um exército, passando posteriormente a ser a arte de habilidades psicológicas e comportamentais com as quais exercia esse seu papel.

Porém, estes autores relacionam o conceito de estratégia em uma série de pontos de vista, como plano, padrão, posição e perspectiva, definindo, consistentemente, estratégia como um padrão ou plano que integra as principais metas, políticas e sequência de ações de uma organização em um todo coerente.

 Uma estratégia bem formulada ajuda a ordenar e alocar os recursos de uma organização para uma postura singular e viável, com base em suas competências e deficiências internas relativas, mudanças no ambiente antecipadas e providências contingentes realizadas por oponentes inteligentes. (MINTZBERG; QUINN, 2001).

Com o crescimento e o surgimento de novas tecnologias, a área de TI passou a ser considerada não apenas como suporte para as demais áreas organizacionais. Os executivos de negócio e de TI depararam com um novo desafio, que é criar um ambiente de confiança e de colaboração para que seja facilitada a interação de todas as áreas organizacionais.

 Nesse sentido, com o mercado atual, globalizado, dinâmico e altamente competitivo, exige-se das organizações uma nova postura, necessitando que processos de gestão tenham alinhamento estratégico com processos de TI.


Alinhamento estratégico são as atividades executadas de forma coordenada pela gerência da organização com o objetivo de alcançar suas metas estratégicas através da integração de várias áreas funcionais, tais como: TI, administração financeira, marketing, recursos humanos, produção, serviços, dentre outras (HENDERSON; VENKATRAMAN, 1993).


A diversidade de informações fornecidas pelo mercado atual, como ações de negócio, oscilações e turbulência do mercado, ações dos concorrentes, ações do governo, somadas às informações da própria empresa, tais como, clientes, fornecedores, produção e vendas, necessitam ser transformadas em conhecimentos pelas empresas, para que de forma inteligente, sejam utilizadas nas tomadas de decisões.


Para que isso ocorra, é importante que as empresas consigam alinhar a área de TI com as áreas de negócio. Ou seja, alinhar o Plano Estratégico da Tecnologia da Informação com o Plano Estratégico do Negócio. Portanto, o alinhamento estratégico da TI com negócios é a adequação entre as estratégias e os objetivos do negócio com as estratégias, objetivos e funções de TI.


Vimos, então, a forte ligação do alinhamento com a estratégia, pois decisões estratégicas contribuem para que o padrão estabelecido seja eficiente em um longo período de tempo, e a linha de produtos ou serviços da TI sejam oferecidos a longo prazo.


Vamos agora fazer uma retrospectiva. Nos anos de 1980, o principal foco da formulação estratégica era a ligação defendida pela escola de Michael Porter, entre estratégia e o ambiente externo. O ambiente externo das organizações pode ser analisado, de acordo com a Teoria de Porter, como uma estrutura capaz de interferir na competitividade e de desenvolver estratégias para as empresas aumentarem sua margem competitiva.

 Turban, Rainer Jr. e Potter (2005) explicam que as forças competitivas de Porter podem demonstrar como a TI melhorará a competitividade das corporações. Tal modelo reconhece cinco forças principais que poderiam colocar em risco a posição de uma empresa em um determinado setor.

De acordo com Porter (1989), os clientes, fornecedores, novos entrantes em potencial e os produtos substitutos são todos competidores que podem ser mais ou menos proeminentes ou ativos, dependendo do setor industrial. O estado de competição em um segmento industrial depende das cinco forças básicas. As decisões estratégicas das organizações deverão se basear nas cinco forças competitivas, segundo Porter.

Visão Baseada em recursos (VBR)

Contrapondo-se à escola de Porter, a partir dos anos noventa, surge a VBR (Visão Baseada em Recursos), defendida por autores como Edith Penrose, Jay Barney, Grover S. Kearns, Albert L. Lederer, Birger Wernerfelt, Nelson e Winter.


Segundo estes autores, a empresa é um conjunto de recursos cuja utilização é organizada por um quadro de referência administrativo, tornando os produtos finais da organização representantes das possibilidades pelas quais se pode utilizar o seu conjunto de recursos para desenvolver suas potencialidades básicas.


Fleury e Fleury (2003) citam que recursos estratégicos podem ser tangíveis ou intangíveis, sendo difícil a identificação de qual recurso está se referindo. Os ativos invisíveis, como conhecimento organizacional, não podem ser negociados ou facilmente replicados por competidores, pois estão fortemente enraizados na história e cultura das organizações.

 Logo, por gestão estratégica do conhecimento, entende-se como identificar, desenvolver, disseminar e atualizar o conhecimento estrategicamente relevante para as organizações, seja por meio de processos internos, seja por meio de processos externos às empresas.


De acordo com Barney (1991), recursos são todos os ativos, processos organizacionais, atributos, informação, conhecimento, etc., controlados pelas organizações, que as tornam capazes de conceber e implementar estratégias que melhorem sua eficiência e eficácia. O autor defende que as organizações não podem ser consideradas idênticas, bem como os recursos reais são heterogêneos (originais) e imóveis (não são adquiríveis).


Para Barney (1991) e Wernerfelt (1995), a VBR é um modelo de interpretação que relaciona os recursos organizacionais à vantagem competitiva sustentável. A vantagem competitiva de um recurso é aquela que o faz difícil de ser duplicado, valioso, raro, imperfeitamente imitável (inovadores e estratégicos) e insubstituível.


Barney (1991) elucida ainda que, no nível estratégico, os sistemas formais são ‘copiáveis’ e reproduzidos, não raros e não constroem vantagens competitivas. Já os sistemas informais são emergentes e autônomos, o que os faz imperfeitamente imitáveis.

Wernerfelt (1995) explica que a análise das empresas é feita sob a perspectiva dos recursos, diferente da perspectiva tradicional de produtos (principalmente as empresas diversificadas). Com a identificação de recursos, pode-se chegar a altos lucros. A estratégia, para uma grande organização, exige que se alcance um equilíbrio entre a exploração dos recursos existentes e o desenvolvimento de novos recursos.


E o alinhamento da TI com os negócios?

De acordo com Kearns e Lederer (2003), à luz do modelo de VBR, pode-se afirmar que o alinhamento estratégico de TI e negócios confirmam a TI e os sistemas de informação (SI) como recursos. Os SI, visto como aplicações estratégicas para representar vantagem competitiva sustentável, podem promover esta diferenciação.


Este conceito de alinhamento estratégico de TI somente começou a ser sistematicamente entendido e implementado a partir da introdução do modelo de Henderson e Venkatraman em 1993.
Embora existam diversos modelos de alinhamento estratégico da TI com os negócios, Henderson e Venkatraman (1993) propuseram o modelo mais aceito, o qual retrata quatro domínios:

  • estratégia de negócios
  • infraestrutura e processos organizacionais
  • estratégia de TI
  • infraestrutura e processos de TI.

O que se pretende é integrar e ajustar, por exemplo, o escopo de tecnologia com o escopo de negócio, a arquitetura de TI com a infraestrutura administrativa, e assim sucessivamente.


Ainda existe um paradoxo com relação ao investimento ocorrido nas áreas de TI em relação à produtividade. É que apenas investir em tecnologias, introduzir novos artefatos de hardware e software não garantem um aumento de produtividade do pessoal, melhoria de processos e vantagem competitiva.

 Um dos maiores desafios dos executivos de negócios e de TI é criar um ambiente de confiança e de colaboração para facilitar a interação entre as áreas, ou seja, alinhar a TI com os negócios.

Concluindo, as áreas de TI, também, precisam demonstrar sua capacidade de ser um agente de transformação dentro das organizações e participar diretamente na tomada de decisões. Este processo de mudança requer aprendizado e deve ser evolutivo. Para buscar ser reconhecida como transformadora, a TI deve iniciar o desenvolvimento de aplicações táticas inovadoras que não apresentem impacto à organização, mas sustentabilidade a longo prazo. A VBR, portanto, se colocada em prática, pode promover e potencializar a TI para o patamar que ela merece estar.

                                                                                   FONTE : IGTI BLOG
                                                                 SOLUÇÕES TI

terça-feira, 30 de julho de 2019

O que os CIOs precisam saber sobre as tecnologias 5G e Wi-Fi 6


Fala-se muito sobre as tecnologias 5G e Wi-Fi.Veja como essas tecnologias sem fio podem ajudar os CIOs a atingir os principais objetivos comerciais.

As empresas que buscam uma vantagem competitiva precisam ser mais rápidas, mais ágeis e estar menos sobrecarregadas pelas limitações da tecnologia à medida que avançam.
Historicamente, a infraestrutura de rede tem sido uma dessas limitações, ao não oferecer a velocidade, a capacidade e a flexibilidade que as empresas precisam para inovar e agir rapidamente. Desde a viabilizar o trabalho remoto até os aplicativos empresariais de uso intensivo de dados, a rede, às vezes, impediu a utilização de recursos como tempos de resposta de aplicação mais rápidos, videoconferência ininterrupta e a capacidade de obter insights de dados em qualquer lugar.
Hoje, porém, os avanços na arquitetura de rede, particularmente os padrões de rede sem fio 5G e Wi-Fi 6, estão prontos para oferecer melhorias em termos de velocidade, desempenho e capacidade, que vão ajudar a eliminar o estrangulamento da rede no que diz respeito à agilidade, à medida que as empresas buscam avançar cada vez mais rápido.
O 5G fornece redes e comunicação sem fio em amplas dimensões geográficas. As características mais importantes para as empresas são alta velocidade, alta taxa de transferência e grande disponibilidade final, pelo menos nas áreas moderadamente a densamente povoadas. Espera-se que a conectividade sem fio 5G tenha uma velocidade máxima hipotética compartilhada de 10 a 20 Gbps.

 A tecnologia Wi-Fi 6 é um novo padrão que empresas e consumidores podem implantar com facilidade. Suas principais características incluem maior taxa de transferência, menor latência e maior capacidade do que as gerações de Wi-Fi anteriores, além de segurança, confiabilidade e recursos aprimorados de gerenciamento de tráfego.

 As velocidades do Wi-Fi 6 podem chegar a quase 10 Gbps, cerca de 40% mais rápidas do que as velocidades do Wi-Fi 5.  
Essas amplas melhorias na capacidade da rede estão prestes a ter um grande impacto nas prioridades de negócios das empresas nos próximos anos. Veja aqui uma análise das principais iniciativas empresariais nas quais as tecnologias 5G e Wi-Fi 6 estão prontas para gerar mudanças:
  • Possibilitar a transformação digital e a modernização da empresa
  • Oferecer atendimento de qualidade ao cliente
  • Disponibilizar uma força de trabalho remota
  • Promover a inovação nos negócios e o desenvolvimento de produtos
  • Estabelecer uma postura sólida de governança, risco e conformidade
Neste artigo, vamos ver como as tecnologias 5G e Wi-Fi 6 vão ajudar a impulsionar as principais iniciativas de negócios.

Por que precisamos das tecnologias 5G e Wi-Fi 6

As tecnologias 5G e Wi-Fi 6 vão possibilitar esses aprimoramentos de velocidade e desempenho. No curto prazo, porém, o Wi-Fi 6 será a tecnologia dominante para o tráfego de alto volume e baixa latência na empresa, com mais clientes e access points conectados de 2019 até 2020. O 5G vai levar mais tempo para ser implantado — as operadoras devem investir em escopo, redes de núcleo e outras infraestruturas de rede para disponibilizar o 5G — com as principais operadoras começando a implantar o serviço em determinadas cidades no final de 2019 e acelerando as implantações até 2021 e posteriormente.

 Aplicações novas e com mais requisitos serão implantadas primeiro dentro da empresa e, em seguida, utilizarão os recursos do Wi-Fi 6. À medida que o 5G se tornar disponível, essas mesmas aplicações serão usadas fora do alcance do Wi-Fi da empresa. O 5G vai complementar a tecnologia Wi-Fi 6. Embora ambos ofereçam alta taxa de transferência e capacidade, as comunicações de baixa latência, custos e problemas de controle de gerenciamento devem favorecer o Wi-Fi 6.

Os cinco pilares de negócios que estão impulsionando a tecnologia 5G e Wi-Fi 6

1.       Transformação digital. O fator mais comum para adotar as arquiteturas de rede Wi-Fi 6 e 5G é sua importância para os esforços de transformação digital e para a modernização de empresas. Um estudo da Harvard Business Review concluiu que 87% dos CEOs afirmam que a digitalização dos negócios é uma prioridade e 66% planejam mudar os modelos de negócios para acomodar os esforços de modernização. Esse tipo de melhoria radical vai demandar a coordenação de recursos técnicos e empresariais. Os requisitos técnicos vão incluir redes e comunicação escaláveis, confiáveis e com alta taxa de transferência. O Wi-Fi 6 e o 5G foram projetados para atender a esse tipo de requisito.
2.       Oferecer atendimento de qualidade ao cliente. Uma das motivações comuns para a transformação digital é o desejo de fornecer atendimento excepcional ao cliente, incluindo uma experiência digital. Os aplicativos de serviços contínuos e de alta velocidade que funcionam no local com o Wi-Fi 6, e remotamente com o 5G, fazem parte dessa equação para melhorar a qualidade do atendimento ao cliente.
3.       Viabilizar a força de trabalho remota. As tecnologias sem fio, como 5G e Wi-Fi 6, podem promover novas formas de trabalho. A transformação digital mudou a maneira como os funcionários trabalham, possibilitando maior produtividade em qualquer local e dispositivo.
A pesquisa do Gartner constatou que agora as empresas priorizam o fornecimento de ferramentas aos funcionários para torná-los mais eficientes e produtivos. Esperem ver as empresas investirem mais em suporte a sistemas cognitivos conjuntos, que unem seres humanos e tecnologia com IA baseada na nuvem. Esses serviços podem requerer a transmissão de grandes volumes de dados. Além disso, os dados coletados pela Internet das Coisas (IoT), dispositivos conectados e móveis e outras fontes, precisam ser analisados. Os analistas vão ter mais e melhor acesso a visualizações de dados, renderizações em 3D e análises avançadas, com aprimoramentos das redes e da comunicação.

 Esses processos que demandam muitos dados precisam da tecnologia 5G e Wi-Fi 6 para ter velocidade e bom desempenho, especialmente quando os dispositivos usam arquitetura de computação de borda em vez de arquitetura centralizada na nuvem ou no data center.
4.       Gerar novas ideias de negócios. Incentivar a inovação nos negócios é outro fator para a adoção do 5G e do Wi-Fi 6. A análise é um exemplo de uma função de negócios que vai se beneficiar da inovação. Ter acesso a uma rede de comunicação de alto volume e alta velocidade, por exemplo, simplifica os procedimentos de análise. Um modelo típico usa cargas de dados em massa seguidas de uma fase de análise separada e pontual.

 As novas tecnologias de rede vão permitir a coleta e a análise contínuas dos dados. Os desenvolvedores podem fornecer aplicações e serviços que oferecem interações mais eficientes com os usuários, porque a rede comporta interfaces com mais dados, como renderizações 3D e objetos 3D em movimento.
5.       Governança, risco e conformidade. As empresas ganham muito com o aumento da velocidade e do desempenho da rede. Porém, à medida que o número de dispositivos de IoT continua aumentando, com uma estimativa de 31 bilhões de dispositivos de IoT até 2020, a superfície de ataque para os agentes mal-intencionados continua se ampliando. As tecnologias 5G e Wi-Fi 6 reforçam ainda mais esse problema. As empresas vão precisar formular políticas que possam ser aplicadas a ambientes ágeis e em constante mudança.

 Parte disso vai exigir a formulação da governança desses padrões para evitar que lacunas de segurança sejam comprometidas.
À medida que as empresas avançam, as novas formas de trabalho e disponibilização de serviços trazem riscos, especialmente na governança. As empresas vão ter que considerar os riscos que surgem com as tecnologias mais complexas. À medida que os sistemas se tornam mais sofisticados, também abrem espaço para outras possíveis falhas.

 O comportamento de sistemas complexos é difícil de prever. O monitoramento é essencial para identificar comportamentos problemáticos nos sistemas e responder a incidentes.
Tratar o 5G e o Wi-Fi 6 como uma plataforma de rede unificada encoraja o uso de controles baseados em políticas que podem se estender a um grande número de usuários, serviços e dispositivos.

A preparação para as tecnologias 5G e Wi-Fi 6

O Wi-Fi 6 já está disponível e o 5G está sendo implantado, mas pode não estar amplamente disponível por vários anos. No curto prazo, use o Wi-Fi 6 enquanto se planeja para o 5G. Veja algumas recomendações finais a serem consideradas quando o 5G e o Wi-Fi 6 forem adotados:
  • Veja o 5G e o Wi-Fi 6 como uma estratégia de duas etapas (a curto e longo prazo) para expandir a capacidade da rede.
  • Programe a rede para gerenciar as tecnologias 5G e Wi-Fi 6 como um único recurso.
  • Desenvolva aplicações e serviços que utilizem o Wi-Fi 6. Quando o 5G estiver disponível, você já vai ter os serviços necessários para explorar seus benefícios.
  • Faça o projeto levando em conta a continuidade em redes entre Wi-Fi 6 e 5G. Os usuários têm que migrar tranquilamente de uma tecnologia de rede para outra, sem interrupção.
  • Planeje como usar o gerenciamento de recursos orientados por políticas e os controles de segurança.
Essa nova plataforma de rede mesclada não vai ser implantada rapidamente, mas é melhor começar a planejar agora. Ao concentrarem-se nas políticas de segurança, nos sistemas de gerenciamento unificado e monitorarem essas tecnologias, as empresas podem explorar melhor os benefícios de uma plataforma unificada de 5G e Wi-Fi 6.

                                                                   FONTE:CISCO

quinta-feira, 9 de maio de 2019

Privacidade x conveniência: como o uso de dados impacta o usuário


As empresas precisam prestar mais atenção à forma como gerenciam os dados coletados, zelando pela privacidade dos mesmos


2019 é o ano da privacidade.

 As consequências disso estão sendo sentidas no mundo todo.
 Em 21 de janeiro, a França multou o Google em 52 milhões de dólares por violar as leis de privacidade do continente europeu.

 Enquanto isso, em solo norte-americano, uma instituição chamada Federal Trade Commission (FTC) estuda punir o Facebook em USD 225 milhões pelos danos do caso Cambridge Analytica - multa recorde em ocorrências do tipo. Ainda há um longo caminho a ser percorrido. E o Brasil está dando seus primeiros passos.

A aprovação da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) colocou o Brasil na lista de países que contam com uma legislação específica para a coleta, armazenamento, uso e tratamento dos dados dos seus cidadãos. A regulação brasileira é inspirada na 'General Data Protection Regulation' (GDPR) que entrou em vigor na Europa em maio de 2018. A sanção de leis específicas para dados pessoais em diferentes partes do mundo é um passo natural. A cada dia fica mais evidente que o modelo predominante de uso de dados pode ser irresponsável, perigoso e até abusivo.

Jornalistas, pesquisadores, usuários, ativistas e legisladores estão cada vez mais preocupados com as consequências da metodologia presente no mercado atual, onde impera a lógica de que a privacidade é o preço que deve ser pago por serviços que oferecem personalização e comodidade ao consumidor final. O resultado são bancos de dados cada vez mais robustos que armazenam nossos nomes, rostos, e-mails, telefones, conversas pessoais, preferências, amigos, familiares, localização, voz… A lista é infinita.

É óbvio que esse grande compilado de informações chama a atenção. Ataques cibernéticos a sistemas e bancos de dados já fazem parte da rotina de qualquer empresa que conte com um acervo de dados digital. É esperado que em 2023 o mercado de segurança cibernética valha mais de 248 bilhões de dólares. A informação é do relatório Cybersecurity Market by Solution, (IAM, Encryption, UTM, Antivirus/Antimalware, Firewall, IDS/IPS, Disaster Recovery, and DDOS Mitigation), Service, Security Type, Deployment Mode, Organization Size, Industry Vertical, and Region - Global Forecast to 2023.

Mas o usuário ainda não está consciente do volume de informações que são coletadas sobre o seu comportamento todos os dias. Uma recente pesquisa da Pew Research Center revela que 74% das pessoas não sabem que o Facebook tem uma lista com seus interesses e características. O estudo, feito nos Estados Unidos, demonstra que a coleta e o uso de dados pessoais por grandes empresas de tecnologia ainda não é claro para grande parte dos usuários. Não há pesquisa similar no Brasil, mas a situação não deve ser muito diferente por aqui.

Apesar do pessimismo das palavras acima, há evidências de que nem tudo está perdido. Existem maneiras de coletar dados que proporcionem experiências personalizadas ao usuário sem comprometer o direito à privacidade. Os dados de geolocalização são um ótimo exemplo. A depender da forma que as informações são coletadas, armazenadas e utilizadas, é possível expor ou proteger a identidade das pessoas.

Templos religiosos, hospitais e comitês de partidos políticos são locais sensíveis que carregam uma conotação muito individual. Logo, por que armazená-los? Uma solução simples para as empresas de tecnologia seria traçar limites ao redor do espaço que esses locais ocupam nos mapas e criar um buraco negro. Na prática, isso significa que, mesmo que esses dados de localização sejam capturados ou acessados indevidamente, não será possível identificar as visitas naquela área.
O endereço da casa e do trabalho são duas informações que, quando combinadas, podem revelar a identidade do dono de um smartphone. Embora sejam dados essenciais para que aplicativos de 'delivery', boa parte dos sistemas não precisam desse nível de precisão para oferecer um serviço de qualidade. A cidade ou, em determinados casos, o bairro onde a pessoa reside ou trabalha já são suficientes para proporcionar uma experiência personalizada. Sob o ponto de vista tecnológico, é viável amenizar o grau de precisão da coleta de dados sobre os locais frequentados, preservando as informações que permitem entender o comportamento do usuário sem saber exatamente os locais visitados.

Essas informações são úteis para pesquisas que visam estudar o fluxo de pessoas em determinadas regiões para melhorar o transporte público ou otimizar a frota de táxis em uma área, por exemplo. Já as preferências do usuário de uma plataforma de 'streaming', podem ser úteis para apresentá-lo a novas músicas, filmes ou séries que sejam compatíveis com seus interesses. O uso de dados não é o novo mal do mundo. Eles são uma ferramenta valiosa para prover conveniência e facilitar a vida das pessoas.

O problema reside na forma em que os dados são armazenados e utilizados. A maioria das empresas não precisa de todos os dados que coletam para poder prover seus serviços. A sucessão de escândalos que envolvem grandes empresas são uma evidência de que a privacidade está longe de ser o pilar do modelo de negócio predominante no mercado de tecnologia. Há urgência no debate sobre privacidade mas, também é importante informar às pessoas sobre iniciativas que tratam as informações com responsabilidade. 

O uso de dados é um caminho sem volta. Investir em modelos baseados em transparência e simplicidade na troca de informações entre usuários e aplicativos é mais do que imprescindível, é uma questão de compromisso com um direito inegociável de cada pessoa: o direito à privacidade.

*André Ferraz, é CEO da In Loco
                                                          FONTE: IT FORUM 365

                                                                               


quinta-feira, 1 de novembro de 2018

Saiba o que é ERP de uma vez por todas



ERP vem de uma sigla em inglês, que significa Enterprise Resource Planning, e pode ser traduzido em português para Planejamento dos Recursos da Empresa. Dentro de uma organização, o ERP é um Sistema de Gestão Empresarial, que auxilia nos processos internos, como forma de banco de dados de informações estratégicas.

O ERP funciona como um software de gestão para unificar informações e facilitar o fluxo de trabalho entre as áreas. Levando em consideração que cada departamento necessita de uma ferramenta própria para poder gerar seus relatórios e executar tarefas rotineiras, o ERP passa a ter um papel fundamental, funcionando como um centralizador do fluxo de trabalho em um único sistema, alinhando a comunicação de todas as áreas e facilitando a tomada de decisão.
Desta forma, ao invés de cada área possuir um software isolado, o ERP concentra todas as informações em uma única plataforma, dando à empresa autonomia na execução de tarefas rotineiras e tornando a comunicação interligada. Imagine que, por exemplo, o departamento que trata das finanças, pode saber em tempo real o status de seus ganhos e destinar o dinheiro de maneira assertiva, tendo controle total do fluxo de caixa.
Todos os exemplos acima são ações rotineiras dentro de uma organização que podem facilmente se tornar árduas e com inúmeras falhas, tanto em relação a ruídos de comunicação que dificultam o fluxo de trabalho diário, como erros de contagem de caixa, cálculos de obrigações fiscais, estoque e folhas de pagamento. A implementação de uma ferramenta integrada é garantia de informações assertivas e sólidas para a empresa.
O software ERP pode oferecer à empresa inúmeros benefícios e facilidades que vão desde a redução de custos, visto que as informações são sólidas e assertivas, até uma comunicação mais eficiente entre as áreas, o que gera ganho de tempo e rotinas mais eficientes. Pode-se dizer que o ERP serve como uma ferramenta que organizada a casa, reduzindo custos e dando dinamicidade às tarefas do dia a dia.

O início do ERP como sistema de gestão

Os primeiros passos para se chegar a ferramentas tão tecnológicas como temos hoje foram dados em 1950. Nesta década foi utilizado o primeiro mainstream, que tinha como objetivo a automatização de controle de estoques. Esse foi um passo inicial para a evolução desse mecanismo, que até então tornava-se muito caro para as empresas e ainda era bastante lento.
No anos 1970, a evolução do sistema de gestão trouxe para o mercado o Material Requirement Planning (MRP) e posteriormente, na década de 1980 passou a se chamar MRP II. O MRP antecedeu o então conhecido ERP e em 1980, quando os computadores já eram ligados por rede, evoluiu gradativamente as tecnologias para esse ramo, afinal, os computadores podiam suportar sistema maiores e ágeis.
À medida em que houve evoluções em computadores e redes, os sistemas puderam seguir esse caminho pavimentado para o crescimento e progresso do sistema de ERP. A partir dos anos 2000, os sistemas de gestão deram um salto significativo em vendas e algumas empresas brasileiras entraram na disputa com grandes estrangeiras oferecendo o sistema de ERP.

Conheça as áreas que o ERP abrange

O ERP é um sistema bastante abrangente e é possível unir todas as áreas dentro do sistema de gestão, unificando a comunicação e facilitando o fluxo de trabalho. É possível que seja incluído desde o financeiro, com a emissão de nota fiscal, o operacional, controlando a matéria-prima gasta na produção, o RH, apurando todos os dados de funcionários como, férias, salários e até mesmo feedbacks.
Por ser uma ferramenta densa e com dados bastante sólidos, acaba se tornando um aliado para a tomada de decisão das áreas, facilitando fluxos de trabalho que até então tornavam-se demorados e repetitivos, evitando falhas e automatizando tarefas que se tornam operacionais demais para o dia a dia, dando mais oportunidade para que os departamentos tenham autonomia e trabalhem de forma mais estratégica.

Funcionalidades que facilitam o dia a dia


O sistema de gestão, o ERP, tem como principal objetivo organizar todo o volume de informação gerada pela empresa. Em uma estrutura robusta, o sistema de gestão é capaz de auxiliar todos os departamentos com funcionalidades que auxiliam em diferentes frentes de rotinas diárias, como por exemplo:
  • Controle financeiro;
  • Gestão de suprimentos;
  • Gestão de colaboradores;
Por ser um sistema robusto, ele possibilita que a empresa insira módulos que melhor funcionam no seu dia a dia e que auxiliem na gestão do seu negócio. A partir disso, é possível que a empresa consiga rodar o sistema em todas os departamentos, facilitando o fluxo de informação interno.

É possível integrar o ERP com outros sistemas?

Os sistemas de ERP são ofertados no mercado em diversas modalidades. Diferente de outros programas e sistemas de computador, o sistema de gestão não está à venda em gôndolas de lojas e não é um sistema pronto para instalar e usar. Por ser um software robusto, ele requer processos para que tudo comece a rodar em perfeitas condições. Além disso, por abranger tantos departamentos da empresa, o sistema de ERP pode ser comprado em módulos, ficando sob medida em relação às necessidades da companhia e se necessário, integrar com outros sistemas.
O ERP é um software tão flexível se tratando de segmentos e portes de companhias, que ele pode ser facilmente moldado para o tipo de negócio que ele será aplicado. Por exemplo: empresas multinacionais precisarão ter módulos e configurações diferentes do que uma empresa nacional. O mesmo serve para segmentos – uma empresa que trabalhará com agronegócio terá um sistema completamente diferente de uma empresa que oferece serviços de contabilidade.
Claro que a partir de todos esses fatores que diferem um segmento de outro na compra de uma ferramenta ou o porte de uma companhia e outra, há também diferenciação de valores, visto que algumas precisarão de mais insumos que as outras para trabalhar com o sistema de ERP dentro das necessidades do seu negócio. O que pode ocorrer também, é a forma que essa licença será paga, se será em forma de mensalidade, paga por licença e como funcionará a implementação, que pode levar mais ou menos tempo, dependendo dos dados que serão levados para a ferramenta.

Quais as vantagens de um sistema ERP?

O ERP, como sistema de gestão, pode representar um diferencial competitivo dentro das empresas, levando em consideração o ganho de velocidade em tarefas cotidianas,  redução de fluxo de trabalho e redução expressiva de custos, o que pode impactar diretamente nos resultados da companhia. Além disso, a diminuição considerável de erros é um dos principais ganhos com o software, visto que muitas tarefas que antes precisavam ser feitas manualmente, ganham agilidade em uma ferramenta automatizada, dando autonomia e tempo para tarefas estratégicas e que é necessário a interação humana.
Sistemas de gestão auxiliam também fortemente a gestão de estoque, tendo um controle exato do que se tem disponível e avisando sobre a necessidade de repor o mesmo. Além disso, torna a entrega muito mais rápida ao consumidor final, levando em consideração que a ferramenta auxilia a organizar altos volumes de pedidos e demais dados que a empresa necessite, tornando a tomada de decisão rápida e assertiva. Além disso, outro ponto muito importante que pode ser levado em consideração para a aquisição do sistema são as adaptações com as mudanças de legislação que devem ser seguidas a risca.

A transformação digital aliada ao ERP

Com a tecnologia cada vez mais ao alcance das empresas, é possível vislumbrar um futuro muito mais digital e automatizado. As ferramentas de gestão obviamente tem grande parcela nesse processo de evolução, visto que com rotinas que exigem mais da capacidade de funcionário e empresário, é necessário softwares que organizem informações e dêem em tempo real informações que auxiliem na tomada de decisão e na estruturação de processos mais estratégicos.
O sistema de ERP vai de encontro com um futuro cada vez mais digital, tornando dados cada vez mais sólidos e a um clique de distância. Sabendo da importância que sistemas de gestão tem dentro das organizações e entendendo que a cultura digital já é uma realidade, empresas estão revendo sua maneira de trabalho e apostando suas fichas em softwares que garantem segurança de informação e visão do todo. A transformação digital é uma reinvenção diária e constante.
O sistema de Gestão Empresarial ERP da Senior foi desenvolvido para potencializar a gestão da sua empresa. Com ele, você tem em mãos um software erp completo e eficiente, que diminui processos, agiliza a tomada de decisão e gera resultados precisos. Tudo isso de forma prática, automatizada, especialista e simplificada, facilitando sua gestão. O sistema ERP Senior é a solução segura para destacar o seu negócio em um mercado competitivo, de forma planejada e efetiva.
                                               FONTE;BLOG SENIOR SISTEMAS