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terça-feira, 5 de setembro de 2023

Seis motivos para trocar seu HDD por um SSD agora mesmo

 Descubra algumas formas de otimizar o trabalho, economizar dinheiro e até mesmo tornar seu dia a dia mais funcional com a instalação de um SSD em seu computador.


Utilizar um SSD no lugar de um HDD pode oferecer diversos benefícios, seja em um desktop ou em um notebook. Atualmente, mesmo os SSDs que oferecem capacidade maior de armazenamento não apresentam um custo tão elevado. O dispositivo utiliza tecnologia parecida com a de unidades flash e ajuda a iniciar o PC em alguns segundos. Além da velocidade de inicialização, a peça é mais resistente se comparada com o HDD e apresenta diversos formatos que atendem aos mais variados perfis de usuários.




Além disso, mesmo sistemas mais antigos acabam sendo compatíveis com SSDs, ao menos com as unidades com tecnologia SATA, que, embora sejam alternativas de entrada, já prometem oferecer um ganho importante em relação aos HDs. A seguir, o TechTudo lista mais alguns motivos para você instalar um SSD em seu PC ou notebook.





1. Mais resistentes




Por não contar com peças mecânicas, o SSD acaba sendo um tipo de armazenamento capaz de oferecer uma resistência maior. Principalmente para dispositivos móveis (notebooks ou unidades externas USB) , optar por um SSD tende a ser a opção mais confiável.

Um HD, por utilizar um disco em alta rotação e uma braço de leitura, pode acabar apresentando falhas com o tempo, além, é claro, de apresentar problemas caso ocorra algum impacto durante seu funcionamento. Em um SSD este problema não ocorre, uma vez que a tecnologia dos SSDs pode resistir a este tipo de evento.

2. Prometem mais durabilidade




Os SSDs prometem ser uma solução mais durável. Principalmente em opções mais modernas, a confiabilidade nos dados é um ponto que ganhou mais foco para aumentar a vida útil das unidades.


Um SSD é um disco mais leve, o que também faz dele uma solução mais adequada para unidades de armazenamento USB, que normalmente contam com HDs. Estes podem parar de funcionar em caso de queda ou mesmo por falha mecânica.




3. Mais desempenho




Mesmo um SSD básico, como as unidades SATA, pode oferecer um desempenho muito superior a um HD mais avançado. Em média, um SSD SATA, que pode ser encontrado em versão de 120 GB no varejo online por valores a partir dos R$ 119, é até dez vezes mais ágil que um HD.

Quando consideramos ainda opções de SSD NVMe, a disparidade de desempenho fica ainda maior. É possível encontrar opções de SSD de alto desempenho que entregam velocidades de até 7.000 MB/s, o que é cerca de 15 vezes mais rápido que um SSD SATA.


4. Otimizam o trabalho




Para usuários que utilizam o computador para trabalhar, um SSD pode ser um item fundamental. Ele é capaz de otimizar o boot (inicialização) do sistema e abertura de programas e carregamento de arquivos.


Enquanto em um HD o sistema pode levar até minutos para carregar completamente, em um SSD a inicialização do sistema tende a levar poucos segundos. Para quem trabalha com softwares mais pesados, o carregamento deles também tende a ser muito mais veloz com o uso de um SSD.




5. Ideal para jogadores




Os jogadores também podem se beneficiar bastante do uso de um SSD. Jogos normalmente apresentam tempos de carregamentos muito menores quando uma unidade de armazenamento rápido é utilizada.


Além disso, muitos jogos modernos já têm colocado SSDs como requerimento. Isto vai acelerar o tempo de carregamento dos games e impactar na experiência dos jogadores. Neste caso, o dispositivo entrega uma navegação mais fluida ou até mesmo compatibilidade com funcionalidades específicas.




6. Reutilizar um PC ou notebook mais antigo




Instalar um SSD em um notebook ou PC mais antigo pode fazer com que mesmo um equipamento que não conta com especificações técnicas tão avançadas ainda possa oferecer alguma usabilidade para atividades mais simples.


É muito comum que usuários reaproveitem laptops e desktops antigos apenas instalando um SSD. A troca do armazenamento pode proporcionar economia ou mesmo dar uma sobrevida para um equipamento que possa estar encostado ou esquecido por aí.

                                                       TECHTUDO

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2022

RH: o valor de recrutadores especializados em TI


 Segundo relatório do LinkedIn, cargos em áreas de T.I devem ser os mais demandados no Brasil em 2022, aumentando a necessidade de recrutadores experts no segmento.

Com as empresas cada vez mais digitalizadas, a área de tecnologia foi destaque no relatório divulgado pelo LinkedIn sobre os empregos que estarão em alta no Brasil em 2022. 

No meio dessa grande busca por profissionais, um cargo ganhou relevância: o de recrutador especializado em tecnologia, primeiro lugar na lista dos empregos que serão mais demandados.

Projeções feitas pela Associação das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação e de Tecnologias Digitais (Brasscom) mostram que o setor de tecnologia deve criar 797 mil novas vagas de trabalho no Brasil até 2025 e, para dar conta dessa demanda, empresas estão apostando na contratação de profissionais que atuam no recrutamento de TI, nas entrevistas e na triagem de currículos.

Seleção deve ser diferenciada

"O processo de contratação de um profissional de TI não é como qualquer outro. A demanda é alta e as empresas brasileiras não competem apenas entre si, mas também com instituições do exterior", explica a Tech Recruiter na Supero, Ana Paula Pogere. "Se o profissional se depara com um processo seletivo confuso, ele vai perder o interesse. Por isso que, para a transformação digital dar certo nas empresas, as mudanças devem começar já no processo de seleção".

Segundo a recrutadora, os principais erros cometidos nos processos seletivos em tecnologia estão relacionados à entrevista. “A entrevista deve ser objetiva e otimizada. Nós percebemos como uma quantidade excessiva de entrevistas é prejudicial ao processo e estudos apontam que esse é um dos principais problemas durante a seleção de acordo com os candidatos”, complementa.

Além do processo de seleção, o tech recruiter lida com um outro problema comum na área de tecnologia: a rotatividade de profissionais. Dados do LinkedIn apontam que uma taxa de rotatividade é considerada boa quando está abaixo de 5%. Na área de tecnologia, ela está em torno de 15%. 

De acordo com a especialista da Supero, a alta procura por recrutadores especializados em tecnologia não se deve só à necessidade de contratar mais profissionais, mas de manter uma harmonia no setor. “É esse especialista que vai saber como organizar o melhor processo seletivo, como evitar o turnover e, caso algum funcionário chave peça demissão, saber como lidar com o desafio para que a mudança não seja traumática para o resto da equipe e para eventuais clientes”.

Interesse e afinidade com a área de tecnologia é essencial

Para quem deseja ingressar na carreira de tech recruiter, o conhecimento sobre o universo de TI é indispensável.  Segundo o Chief Human Resources Officer na GeekHunter, Jorge Mallet, as pessoas que se destacam na área são as que estão ligadas nas novidades desse mundo. "Ao longo da minha trajetória, percebi que a pessoa de recrutamento em empresas de tecnologia não precisa dominar comportamento humano, mas tem que ser apaixonada e consumir tecnologia de maneira indireta. Dessa forma, treinar as skills técnicas, as hard skills, é muito mais fácil".

Mallet também cita a participação em eventos do setor e o conhecimento sobre dados e métricas como atributos que beneficiam o recrutador especializado em TI. "O profissional que for familiarizado com o funil de recrutamento consegue olhar para os dados e ver onde está perdendo as pessoas, seja na inscrição, etapa de desafio técnico ou propostas. Como o mercado está muito aquecido, a pessoa precisa entender de métricas do processo para que ela consiga melhorar rápido onde tá errado", finaliza.

                                                                                  PORTAL CONTABEIS

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2022

3 passos para segurança em TI para equipes que trabalham de forma distribuída


Um dos efeitos da pandemia foi a popularização do trabalho remoto. Muitas organizações passaram a ter equipes distribuídas trabalhando de qualquer lugar. E os profissionais já se adaptaram: um levantamento da Accenture sobre o Futuro do Trabalho mostra que 83% dos entrevistados querem continuar a dividir o tempo entre casa e escritório mesmo depois da pandemia.

Para as empresas, entretanto, ter centenas de dispositivos conectados a partir de diferentes localizações representa desafios à proteção de dados. “Muitos líderes de tecnologia da informação (TI) já perceberam que alguns dos atalhos e reparos temporários usados para a adaptação rápida não são sustentáveis a longo prazo”, lembra Jun Endo, vice-presidente de área América Latina da Elastic.

A pesquisa Global CIO Survey 2021-2022, da Logicalis, aponta que 9 em cada 10 CIOs reconhecem que alguma forma grave de ameaça cibernética foi executada contra os sistemas de sua empresa nos últimos 12 meses. Entre eles, 47% destacam as exposições de dados como o maior risco para a organização e 39% temem que ransomware e malware afetem os negócios.

As companhias precisam, então, reavaliar políticas, práticas e ferramentas de segurança de TI para atender às necessidades do trabalho híbrido. Confira, a seguir, três passos nessa direção.

1 – Mantenha-se atualizado

Os alvos são atraídos para o download de código malicioso porque realmente acreditam que estão acessando informações de segurança, assistência governamental para empresas ou atualizações críticas de ferramentas. Os e-mails de phishing imitam autoridades governamentais ou de saúde para levar os alvos a fornecerem dados pessoais ou detalhes de login. “Muitas vezes, é mais fácil convencer um humano do que “hackear” uma máquina. Por isso, as abordagens de engenharia social se mostram tão lucrativas. A responsabilidade de orientar e educar as equipes sobre atividades suspeitas — e como os profissionais podem ser alvos — é dos líderes de TI”, destaca Endo.

2 – Centralize dados de monitoramento

Uma força de trabalho remota naturalmente introduz novas vulnerabilidades à infra-estrutura de TI corporativa. As equipes de TI precisam abordar necessidades de conectividade diferentes, proteger mais dispositivos distantes e ir além da reação a incidentes a partir do monitoramento proativo de atividades suspeitas. Os dados de monitoramento, por sua vez, devem estar disponíveis em local centralizado para que as equipes tenham supervisão completa do ambiente, identifiquem anomalias e localizem a área afetada — como uma determinada zona da rede ou um dispositivo específico. “A detecção rápida leva a respostas mais rápidas — o que é crítico em um ambiente distribuído.”

3 – Crie a estratégia de segurança em torno das pessoas

Conforme as equipes de TI se preparam para um futuro mais remoto, é inevitável que a postura em relação à segurança precise acomodar mais ferramentas na nuvem. Afinal, elas precisam ser acessadas pelos funcionários de qualquer lugar. Embora a principal responsabilidade pelos dados mantidos nesses sistemas seja do fornecedor de nuvem, a equipe interna de TI deve fazer o monitoramento do acesso e das interações. “A palavra de ordem aqui é ‘observabilidade’, para facilitar a ação sobre as informações monitoradas”, pondera Endo. “Outro grande desafio é garantir que os usuários tenham as versões mais recentes das ferramentas. Uma gestão robusta do endpoint é mais recomendável que uma abordagem que depende da iniciativa de funcionários para instalar atualizações.”

                    

                                                                                       CANALTECH

 

quinta-feira, 1 de agosto de 2019

Melhorando o alinhamento da TI com Negócios


O ambiente das organizações, interno ou externo, tem uma forte influência no alinhamento da tecnologia da informação (TI) com os negócios, área ligada à estratégia organizacional.


Não existe uma definição única e universalmente aceita para estratégia. Segundo Mintzberg e Quinn (2001), inicialmente deu-se ênfase especial ao uso militar do termo estratégia, originada das mais antigas literaturas do mundo.

 Strategos referia-se ao papel de um general no comando de um exército, passando posteriormente a ser a arte de habilidades psicológicas e comportamentais com as quais exercia esse seu papel.

Porém, estes autores relacionam o conceito de estratégia em uma série de pontos de vista, como plano, padrão, posição e perspectiva, definindo, consistentemente, estratégia como um padrão ou plano que integra as principais metas, políticas e sequência de ações de uma organização em um todo coerente.

 Uma estratégia bem formulada ajuda a ordenar e alocar os recursos de uma organização para uma postura singular e viável, com base em suas competências e deficiências internas relativas, mudanças no ambiente antecipadas e providências contingentes realizadas por oponentes inteligentes. (MINTZBERG; QUINN, 2001).

Com o crescimento e o surgimento de novas tecnologias, a área de TI passou a ser considerada não apenas como suporte para as demais áreas organizacionais. Os executivos de negócio e de TI depararam com um novo desafio, que é criar um ambiente de confiança e de colaboração para que seja facilitada a interação de todas as áreas organizacionais.

 Nesse sentido, com o mercado atual, globalizado, dinâmico e altamente competitivo, exige-se das organizações uma nova postura, necessitando que processos de gestão tenham alinhamento estratégico com processos de TI.


Alinhamento estratégico são as atividades executadas de forma coordenada pela gerência da organização com o objetivo de alcançar suas metas estratégicas através da integração de várias áreas funcionais, tais como: TI, administração financeira, marketing, recursos humanos, produção, serviços, dentre outras (HENDERSON; VENKATRAMAN, 1993).


A diversidade de informações fornecidas pelo mercado atual, como ações de negócio, oscilações e turbulência do mercado, ações dos concorrentes, ações do governo, somadas às informações da própria empresa, tais como, clientes, fornecedores, produção e vendas, necessitam ser transformadas em conhecimentos pelas empresas, para que de forma inteligente, sejam utilizadas nas tomadas de decisões.


Para que isso ocorra, é importante que as empresas consigam alinhar a área de TI com as áreas de negócio. Ou seja, alinhar o Plano Estratégico da Tecnologia da Informação com o Plano Estratégico do Negócio. Portanto, o alinhamento estratégico da TI com negócios é a adequação entre as estratégias e os objetivos do negócio com as estratégias, objetivos e funções de TI.


Vimos, então, a forte ligação do alinhamento com a estratégia, pois decisões estratégicas contribuem para que o padrão estabelecido seja eficiente em um longo período de tempo, e a linha de produtos ou serviços da TI sejam oferecidos a longo prazo.


Vamos agora fazer uma retrospectiva. Nos anos de 1980, o principal foco da formulação estratégica era a ligação defendida pela escola de Michael Porter, entre estratégia e o ambiente externo. O ambiente externo das organizações pode ser analisado, de acordo com a Teoria de Porter, como uma estrutura capaz de interferir na competitividade e de desenvolver estratégias para as empresas aumentarem sua margem competitiva.

 Turban, Rainer Jr. e Potter (2005) explicam que as forças competitivas de Porter podem demonstrar como a TI melhorará a competitividade das corporações. Tal modelo reconhece cinco forças principais que poderiam colocar em risco a posição de uma empresa em um determinado setor.

De acordo com Porter (1989), os clientes, fornecedores, novos entrantes em potencial e os produtos substitutos são todos competidores que podem ser mais ou menos proeminentes ou ativos, dependendo do setor industrial. O estado de competição em um segmento industrial depende das cinco forças básicas. As decisões estratégicas das organizações deverão se basear nas cinco forças competitivas, segundo Porter.

Visão Baseada em recursos (VBR)

Contrapondo-se à escola de Porter, a partir dos anos noventa, surge a VBR (Visão Baseada em Recursos), defendida por autores como Edith Penrose, Jay Barney, Grover S. Kearns, Albert L. Lederer, Birger Wernerfelt, Nelson e Winter.


Segundo estes autores, a empresa é um conjunto de recursos cuja utilização é organizada por um quadro de referência administrativo, tornando os produtos finais da organização representantes das possibilidades pelas quais se pode utilizar o seu conjunto de recursos para desenvolver suas potencialidades básicas.


Fleury e Fleury (2003) citam que recursos estratégicos podem ser tangíveis ou intangíveis, sendo difícil a identificação de qual recurso está se referindo. Os ativos invisíveis, como conhecimento organizacional, não podem ser negociados ou facilmente replicados por competidores, pois estão fortemente enraizados na história e cultura das organizações.

 Logo, por gestão estratégica do conhecimento, entende-se como identificar, desenvolver, disseminar e atualizar o conhecimento estrategicamente relevante para as organizações, seja por meio de processos internos, seja por meio de processos externos às empresas.


De acordo com Barney (1991), recursos são todos os ativos, processos organizacionais, atributos, informação, conhecimento, etc., controlados pelas organizações, que as tornam capazes de conceber e implementar estratégias que melhorem sua eficiência e eficácia. O autor defende que as organizações não podem ser consideradas idênticas, bem como os recursos reais são heterogêneos (originais) e imóveis (não são adquiríveis).


Para Barney (1991) e Wernerfelt (1995), a VBR é um modelo de interpretação que relaciona os recursos organizacionais à vantagem competitiva sustentável. A vantagem competitiva de um recurso é aquela que o faz difícil de ser duplicado, valioso, raro, imperfeitamente imitável (inovadores e estratégicos) e insubstituível.


Barney (1991) elucida ainda que, no nível estratégico, os sistemas formais são ‘copiáveis’ e reproduzidos, não raros e não constroem vantagens competitivas. Já os sistemas informais são emergentes e autônomos, o que os faz imperfeitamente imitáveis.

Wernerfelt (1995) explica que a análise das empresas é feita sob a perspectiva dos recursos, diferente da perspectiva tradicional de produtos (principalmente as empresas diversificadas). Com a identificação de recursos, pode-se chegar a altos lucros. A estratégia, para uma grande organização, exige que se alcance um equilíbrio entre a exploração dos recursos existentes e o desenvolvimento de novos recursos.


E o alinhamento da TI com os negócios?

De acordo com Kearns e Lederer (2003), à luz do modelo de VBR, pode-se afirmar que o alinhamento estratégico de TI e negócios confirmam a TI e os sistemas de informação (SI) como recursos. Os SI, visto como aplicações estratégicas para representar vantagem competitiva sustentável, podem promover esta diferenciação.


Este conceito de alinhamento estratégico de TI somente começou a ser sistematicamente entendido e implementado a partir da introdução do modelo de Henderson e Venkatraman em 1993.
Embora existam diversos modelos de alinhamento estratégico da TI com os negócios, Henderson e Venkatraman (1993) propuseram o modelo mais aceito, o qual retrata quatro domínios:

  • estratégia de negócios
  • infraestrutura e processos organizacionais
  • estratégia de TI
  • infraestrutura e processos de TI.

O que se pretende é integrar e ajustar, por exemplo, o escopo de tecnologia com o escopo de negócio, a arquitetura de TI com a infraestrutura administrativa, e assim sucessivamente.


Ainda existe um paradoxo com relação ao investimento ocorrido nas áreas de TI em relação à produtividade. É que apenas investir em tecnologias, introduzir novos artefatos de hardware e software não garantem um aumento de produtividade do pessoal, melhoria de processos e vantagem competitiva.

 Um dos maiores desafios dos executivos de negócios e de TI é criar um ambiente de confiança e de colaboração para facilitar a interação entre as áreas, ou seja, alinhar a TI com os negócios.

Concluindo, as áreas de TI, também, precisam demonstrar sua capacidade de ser um agente de transformação dentro das organizações e participar diretamente na tomada de decisões. Este processo de mudança requer aprendizado e deve ser evolutivo. Para buscar ser reconhecida como transformadora, a TI deve iniciar o desenvolvimento de aplicações táticas inovadoras que não apresentem impacto à organização, mas sustentabilidade a longo prazo. A VBR, portanto, se colocada em prática, pode promover e potencializar a TI para o patamar que ela merece estar.

                                                                                   FONTE : IGTI BLOG
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