segunda-feira, 18 de janeiro de 2021

DarkMarket, a maior loja ilegal da dark web, acaba de ser fechada pela Europol

 Um dos maiores marketplaces da dark web foi fechado nesta última terça-feira (12) pela Europol, em uma operação coordenada que contou com a ajuda da Alemanha, Austrália, Dinamarca, Moldávia, Ucrânia, Reino Unido e Estados Unidos. O site em questão era conhecido como DarkMarket e comercializava diversos artigos ilícitos: entorpecentes, cédulas falsas, cartões de crédito clonados e outras informações de cunho pessoal.


De acordo com a própria polícia europeia, a loja virtual contava com pelo menos 50 mil usuários e mais de 2,4 mil vendedores, tendo registrado cerca de 320 mil transações desde a sua inauguração. No total, o DarkMarket serviu como palco para movimentar mais de R$ 902 milhões em criptomoedas — era possível usar bitcoins ou monero para adquirir os itens ilegais, graças à dificuldade de se rastrear tais tokens.

Além de fechar o site, a operação também culminou na prisão de um cidadão australiano que vivia na Alemanha e acredita-se ser o responsável pelo marketplace. Também foram apreendidos 20 servidores, que serão investigados posteriormente para tentar rastrear os vendedores e compradores que negociavam itens ilegais. As máquinas permanecerão em posse da equipe cibernética da Europol                                                                                                                                        

“Uma das iniciativas da Europol é criar uma abordagem coordenada de aplicação da lei para combater o crime na dark web. Isso envolve agências de aplicação da lei dentro e fora da União Europeia e outros parceiros e organizações relevantes, como a Eurojust. Para atingir esse objetivo, o Centro Europeu de Cibercrime da Europol estabeleceu uma equipe dedicada para trabalhar em conjunto com parceiros e agentes da lei em todo o mundo para reduzir o tamanho desta economia ilegal clandestina”, explica o órgão.

                                                                          FONTE: CANALTECH




                                         

0 comentários: